Sempre que vimos alguma letra do alfabeto com algum desenho que o remete, nós pensamos na criatividade e na "delicadeza" que o autor do design teve para fazer sua criação. Pois bem, o mundo dos quadrinhos e geek está em alta com tantas adaptações cinematográficas sendo feitas. Sendo assim um cara (que estou considerando um gênio) chamado Simon Koay, criou um alfabeto fazendo referência ao nome dos super heróis. Olhem a sacada do artista e me digam se vocês descobriram todos os super ou anti heróis.
O que vocês acharam? Descobriram todas? Eu estou apaixonada no do Joker. Super nerd o post de hoje. Beijos, Cranela.
O post de hoje é sobre oito lugares sombrios e maravilhosamente lindos ao mesmo tempo. Lugares que eu queria poder conhecer, visitar, entrar, fotografar, fazer uma vistoria minuciosa. Enfim... lugares que servem para cenários de filmes. Vamos conferir:
Czestochowa, depósito de trem abandonado da Polônia
Cidade de Pripyat - próximo a usina de Chernobyl
Acidente de Chernobyl: No ano de 1986, os operadores da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, realizaram um experimento com o reator 4. A intenção inicial era observar o comportamento do reator nuclear quando utilizado com baixos níveis de energia. Contudo, para que o teste fosse possível, os responsáveis pela unidade teriam que quebrar o cumprimento de uma série de regras de segurança indispensáveis. Foi nesse momento que uma enorme tragédia nuclear se desenhou no Leste Europeu. Entre outros erros, os funcionários envolvidos no episódio interromperam a circulação do sistema hidráulico que controlava as temperaturas do reator. Com isso, mesmo operando com uma capacidade inferior, o reator entrou em um processo de superaquecimento incapaz de ser revertido. Em poucos instantes a formação de uma imensa bola de fogo anunciava a explosão do reator rico em Césio-137, elemento químico de grande poder radioativo. Com o ocorrido, a usina de Chernobyl liberou uma quantidade letal de material radioativo que contaminou uma quilométrica região atmosférica. Em termos comparativos, o material radioativo disseminado naquela ocasião era assustadoramente quatrocentas vezes maior que o das bombas utilizadas no bombardeio às cidades de Hiroshima e Nagasaki, no fim da Segunda Guerra Mundial. Por fim, uma nuvem de material radioativo tomava conta da cidade ucraniana de Pripyat. Apesar de todos esses esforços, estudos científicos revelam que a população atingida pelos altos níveis de radiação sofre uma série de enfermidades. Além disso, os descendentes dos atingidos apresentam uma grande incidência de problemas congênitos e anomalias genéticas. (fonte)
Six Flags Nova Orleans
Parque Six Flags: foi atingido pelo furacão Katrina em 2005 e, em seguida abandonado. O parque continua lá, dando um ar de filme de terror e destruição. Pertence a prefeitura de Nova Orleans que pretende construir um shopping. (fonte)
Parque Holy Land - Estados Unidos
Holy Land: o parque que recebia em 70/60 cerca de 40.000 mil visitantes foi fechado em 1984 para reformas e nunca mais foi aberto devido a morte de seu dono, John Greco, em 1986. Vigiado por freiras por um período, por estar isolado e deserto, o local foi se deteriorando. Em 2010 um garoto foi morto no local. Não seria um bom lugar para dar uma festinha. (fonte)
Hospital Mlitar - Alemanha
Beelitz Heilstatten: Sanatório usado para internar pacientes com tuberculoso em 1800. Reformado duas vezes e seguido do uso militar para as duas guerras existentes. O próprio Adolf Hitler foi paciente, quando era soldado. Morte, loucura e desespero existem a mais de dois séculos no local. Hoje, o sanatório é usado como set de filmagens (como do filme "O Pianista") e vídeo clips. (fonte)
Fazenda abandonada - Seneca Lake, Nova Iorque, EUA
Torre de resfriamento em Monceau - Bélgica
Navio SS América naufragado – Fuerteventura, Ilhas Canárias
SS América: Construído em 1940. Naufragou após uma forte tempestade e uma falha operacional, ficando a deriva. Encalhou ao largo da costa oeste de Fuerteventura. Foi se deteriorando e, em 2007 quase toda a estrutura havia se deteriorado e caído no mar. É possível ver algumas partes apenas em maré baixa.
É isso ai galera, espero que tenham gostado. Tem muitos outros lugares, mas infelizmente não é possível colocar tudo.
Beijos, Cranela.
Esse domingo rolou aqui em Maringá um encontro de Cosplay, no Parque do Japão. Eu fui lá pra conferir e encontrei gente que é fissurado por isso, além de gastar mais de 5 mil reais. Para eles vale muito a pena. Infelizmente o encontro não teve a divulgação merecida e poucas pessoas compareceram, mas a fotógrafa Meliane Nabas tirou algumas fotos dos presentes (e eu estava no meio, claro).
É isso ai galera, espero que tenham gostado.
BEIJOS, CRANELA.
"O sentimento é de pura liberdade. Sentir o vento bater no rosto e aquele frio na barriga"
Sempre fui muito de andar com meninos, pelo fato da amizade e da proteção. A uns dois anos atrás conheci dois garotos que mudaram muito minha vida. Os dois eram adeptos do longboard (uma definição simples: skate + prancha de surf), ou só long. Foi ai que eu comecei a me ralar toda.
Como eu andava muito com eles, comecei a gostar do esporte, e no incentivo comprei um (sim! Eu tenho um long, apesar de não parecer). Um modelo tubarão, todo da Globe e com vários tons de azul. Mas enfim. Comecei a andar com o meu próprio, mesmo querendo o deles, por que sou baixinha e o deles era rebaixado e eu conseguia frear, já com o meu não (chorem comigo).
Só pra provar que um dia eu consegui dar um meio slide, e nesse dia eu voltei pra casa com minha bunda e minhas coxas extremamente queimadas por causa do chão que eu ralei e escorreguei umas 500 vezes. (UMA VITÓRIA DA VIDA, HAHA)
O primeiro dia que eu peguei o meu long pra andar, indo para a casa de um dos meninos, tive o primeiro tombo gostoso de tirar o tampão do joelho e ficar sem conseguir mexer as mãos. Tenho lindas cicatrizes até hoje.
No entanto eu comecei a trabalhar e a estudar e meus "rolés" com eles diminuíram muito. Consegui dar um slide uma vez na vida, e tudo por culpa da minha falta de tempo. Mas sempre quando consigo arrumar um espaço eu dou uma voltinha. Fiz até minha mãe (que odiava long) andar, e sabe o que ela disse: "Realmente é uma sensação de liberdade". Fiquei com os olhinhos brilhando.
Mas beleza, papo vai, papo vem, eu quero mostrar pra vocês garotas que aderiram o longboard como esporte, e olha, não são poucas, não.
Endless Roads ou Estradas sem fim, é o nome dado por sete garotas à um projeto de viajem pela Espanha de longboard, que teve 4.300km, durante 15 dias. Essa aventura foi registrada em quatro vídeos, mas vou mostrar o meu preferido para vocês:
O vídeo é bem longo, e é o segundo da série, mas é só procurar por "endless roads" no yt que vocês encontram todos. Ele está em inglês e espanhol.
Essas meninas fazem parte do Longboard Girls Crew. E eu sou fissurada nos vídeos que a gente encontra no youtube sobre elas. Tem um que eu separei para vocês que é, simplesmente, animal (pelo menos pra mim). Ele é mais curtinho, tem cerca de 4 minutos.
Um dia eu mostro pra vocês que estou fera em slides e andar em cima do long, se o tempo permitir. Não sou profissional, nem sou experiente ou entendo, na verdade o pouco que aprendi foi por olhar os meus amigos fazendo. Então o post é sobre uma paixão que eu tenho meio oculta, apenas, e que é difícil de concretizar na maioria das vezes. Acho que é isso. Um dia posto um vídeo andando no instagram. Espero que tenham gostado. E só vou deixar essa última foto porque é muito amor em uma foto só.
Cranela é a singela mistura de cravo e canela. Dizia Jorge Amado "Gabriela".
Gabriela Cadamuro, canceriana, 24 anos. O jornalismo é a minha vida e a escrita é mais ainda, o chocolate é a forma de adocicar-me enquanto o café é de amargar-me. Tudo aqui foi e é criado com a vontade do ler, escrever, conhecer e amar. Tem muito mais por ai. Beijo, Cranela.